segunda-feira, 29 de junho de 2009

Destination Anecdoteland

Timing, perfect timing para ser mais exato, deveria ser algo biológico, genético. Deveríamos nascer equipados com um conhecimento ancestral de qual o melhor momento para a ação. Minha amiga e guru, Vivi, tem um pequeno e brilhante post correlato, a Teoria dos 3 minutos, um de meus preferidos. Link para o volátil ao lado.

A maioria das pessoas não sabe quando agir, parar ou não fazer nada. Estou entre elas.

É claro que o processo de tomada de decisões é essencial, mas de pouco adianta se não for combinado com um bom timing.

Muitas vezes nos encontramos em situações em que nosso lado mais racional e cerebral nos desaconselha a seguir com um determinado comportamento, mas algo continua a nos atrair para a anedota anunciada. Aliás, a anedota auto-infligida é a modalidade preferida de muitos, inclusive a minha. A recompensa é boa (.)? Um pouco de dor de cabeça não mata. Todos adoramos um drama. Idolatramos (eu) drama queens. E a vida segue seu curso natural rumo a anedotolândia!

2 comentários:

  1. Por isso q eu nunca espero e sempre ajo!!!
    Adoro um drama!!
    Tem que se jogar!!!
    E vamo q vamo!
    Bjs amore

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  2. Acheeeeeei o endereço.
    Adorei os textos mas esse é especial não é mesmo... porque de anedotolândia eu entendo.
    Rafa, timing eh importante sim, mas as coisas acontecem. Quer a gente queira ou não. Então no fundo, não adianta se preocupar.
    Bjo!
    Marabs

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